sábado, 14 de fevereiro de 2015

É Carnaval.

A semana passou voando.

Preparativos para Pequeno iniciar na escola: materiais, uniforme, encapar livros e cadernos, preparar mochila e dar conta da ansiedade do menino.

Ele trocou de escola. Estava numa super expectativa para conhecer a escola nova, as profe's novas, os amigos novos. Toda a ansiedade misturada com um pouquinho de saudade pela escola que deixou,  profe's, os antigos amigos, etc.

O grande dia chegou. Ele não se conteve de felicidade. E, no segundo dia, já voltou com uma cartinha de amor. Todo feliz, encabulado e 'se achando' o máximo.

Pequeno também voltou para o judô e natação. Depois de dois meses de folga, debaixo de muita preguiça ele retornou para sua rotina diária.

Também recebemos visita. Minhas sobrinhas e uma prima vieram para curtir o carnaval carioca.

Para finalizar a semana, teve festinha na escola: festinha de carnaval.

No terceiro ano consecutivo, a grande dúvida de Pequeno foi: com qual fantasia ir?

Quem nos acompanha há algum tempo, sabe que prefiro botar a imaginação pra trabalhar do que ir e comprar uma fantasia pronta. Além de muito caras (um absurdo!), prefiro compartilhar com Pequeno nosso momento de criação.

Em casa já tínhamos algumas opções de outros carnavais: fantasia de pirata (que ele ganhou da Dinda dele); fantasia de palhaço (customizada e construída desde um trabalho que ele fez na escola, misturada com o pouco de coisas que temos em casa (tipo peruca, maquiagem, etc), mais o nariz super legal (que até acende a luz) que ele ganhou da Beta; fantasia de rei (a roupa veio lá da Itália, de um trabalhinho de escola e a coroa, de uma festa de final de ano da antiga escola); fantasia de Pinóquio; fantasia de Darth Vader (bermuda preta, camiseta do Darth, a máscara e a espada que ele ganhou de presente); fantasia de Super Homem (só faltava a capa, já que ele tem um pijama que comprei na Itália e poderíamos customizar). Fora uniformes de time de futebol ... não faltariam opções, já que ele consegue torcer para vários times: Brasil, Itália, Espanha, Grêmio, Roma, Juventus, Real Madrid.

Todas com custo quase zero.

Mas não. Ele não optou por nenhuma delas. Ele inventou moda. Talvez pela influência do pai que é fã de uma série horrorosa e que, vez que outra, quando a coragem permite, ele assiste com o pai, Pequeno optou por ir de zumbi.

- "Zumbi, filho? Coisa feia!"

- "Mãe! Cada um vai do jeito que quer ... ué!"

Pensei rapidinho, cá com meus botões ... bermuda preta ele tinha de outra fantasia. Camiseta preta tinha uma velhinha, quase sem servir já. Poderia customizá-la (ou, no caso de um zumbi, seria o mesmo que rasgá-la). Ainda tinha tinta facial vermelha da outra vez que fiz uma máscara para ele de Homem Aranha. Tinha pó de arroz da maquiagem de palhaço. Um pouco de sombra roxa para as olheiras e ... pronto.

O resto ficou por conta dele. Tipo, encarnar o personagem :)


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